sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

CONVOCATÓRIA

Prosseguindo o processo de instalação da MELHOR EDUCAÇÃO - União das Associações de Pais e Encarregados de Educação das Escolas do Concelho de Coimbra (por alargamento da abrangência da anteriormente designada FECAPEC - Federação Concelhia das Associação de Pais e Encarregados de Educação de Escolas do 1º Ciclo e Jardins de Infância de Coimbra), vem a Comissão Instaladora por este meio convocar a vossa presença enquanto representantes da Associação de Pais e Encarregados de Educação na Assembleia Geral Extraordinária (AGE) a realizar dia 21 de Janeiro de 2011 na Escola Secundária José Falcão (Morada: Rua Dr. Henriques Seco – transversal a Av. Dias da Silva e a Av. D. Afonso Henriques).
Ordem de Trabalhos:
1- Leitura e Aprovação das Actas das AGE de 20-04-2010 e 07-06-2010;
2- Aprovar Propostas de Alteração ao Regulamento Interno da MELHOR EDUCAÇÃO;
3- Processo Eleitoral para os Órgãos Sociais da MELHOR EDUCAÇÃO;
4- Outros Assuntos.

O início da reunião será às 21h30m se estiverem presentes metade dos membros, mais um. Em qualquer outro caso, terá início meia hora depois com a presença de, pelo menos, dois terços dos membros requerentes da AGE.

A Comissão Instaladora da MELHOR EDUCAÇÃO
(APEE JI Solum, APEE JI+EB1 Almas de Freire, APEE EB1 Assafarge, APEE EB1 Areeiro, APEE EB1 Montes Claros, APEE EB1 Póvoa, APEE EB1 Quinta das Flores, APEE EB1 Solum)

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

57 000 euros por duas viaturas para a DREC

De facto, viaturas novas não podem ficar ao sol...
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=10618
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=10622

138 mil euros para renovação de parque de estacionamento da DREC

Obras de Conservação e Remodelação nas Instalações da DREC-Sede em Coimbra

Muro de escola ameaça cair sobre a via pública

Há dois meses que uma parte do muro da Escola Secundária José Falcão, em Coimbra, está em risco de ruir sobre via pública. "Pode ali morrer alguém", avisa a presidente da Associação de Pais. O problema tarda em ser resolvido, por dificuldades financeiras.

A Direcção Regional de Educação do Centro (DREC) já foi avisada várias sobre a urgência da reparação do muro da Escola Secundária José Falcão, que, em Março, foi classificada como Monumento de Interesse Público.

Aqueles avisos foram feitos pela Protecção Civil Municipal, pela Direcção da Escola Secundária José Falcão e pela respectiva associação de pais, mas a DREC não se tem mostrado empenhada em resolver o problema rapidamente, por alegados problemas orçamentais, segundo afirmaram ao JN responsáveis daquelas três entidades.

O JN também pediu também, há mais de uma semana, esclarecimentos à directora regional de Educação, Helena Libório, mas não obteve qualquer resposta.

O muro em causa tem cinco a seis metros de altura e, na confluência da Rua Henriques Seco com a Avenida D. Afonso Henriques, apresenta sinais de ruína que levaram a Protecção Civil Municipal a guarnecê-lo de grades de ferro, para impedir a passagem de peões no passeio.

mais, in DN 30 Dezembro 2010

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Muro da Escola José Falcão em risco de ruir

O muro da Escola Secundária José Falcão, em Coimbra, ameaça ruir para a via pública. A situação foi detectada há um mês e meio, mas só no próximo ano a Direcção Regional de Educação do Centro (DREC) irá lançar o concurso da obra, refere numa nota enviada ao Correio da Manhã.

Até lá, a situação está a revoltar os moradores, que dizem sentir-se em perigo. "Todos os dias arrisco a minha vida para passar aqui", protesta Luísa Isabel.

A presidente da Associação de Pais, Ana Costa, acusa a DREC de "esquecer" a escola. O muro, denuncia, "é só a ponta do icebergue, porque o edifício está a degradar--se a olhos vistos". Os pais pediram explicações à DREC e o director do estabelecimento está também a aguardar uma resposta.

in Correio da Manhã, 17 de Dezembro de 2010

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Frio nas escolas do concelho

Chega o frio e chegam aos jornais notícias de estudantes enregelados e de escolas com sistemas de aquecimento desadequados.

O que se passa é fácil de explicar: nas escolas antigas abundam materiais frios, como a pedra e o mosaico, e aberturas mal calafetadas, como janelas com armações e portadas em madeira; as construções das décadas de 1970 e 80 assentam em bases pré-fabricadas, muito quentes no verão e frias no inverno; por fim, as mais recentes padecem de “excessos de arquitetura”, que levam a que soluções construtivas de estética duvidosa se transformem em problemas sérios de climatização.

Em muitas salas de aula, sobretudo no 1.º ciclo, ainda valem os termoventiladores e os aquecedores a óleo. Mas, felizmente, as salamandras de tempos idos, deram lugar – nos melhores casos – a sistemas de aquecimento central, ainda a lenha ou com caldeiras a óleo ou a gás.

Na região, a DREC desvaloriza o problema e considera que a maioria das escolas dispõem de aquecimento suficiente. Já os municípios apresentam queixas, sobretudo tendo em conta os cortes orçamentais.

No concelho de Coimbra, a gestão da maioria dos sistemas de aquecimento das EB1 cabe às juntas de freguesia e Oliveira Alves diz não ter recebido quaisquer queixas este ano letivo. Por seu turno, a Melhor Educação – União Concelhia de Associações de Pais confirma os dados da autarquia… mas com algumas ressalvas, como a fraca potência dos quadros elétricos em alguns estabelecimentos.

in Diário d'As Beiras, 2 de Dezembro 2010.
Pagina 1 e 2.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010