quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Muro da Escola José Falcão em risco de ruir

O muro da Escola Secundária José Falcão, em Coimbra, ameaça ruir para a via pública. A situação foi detectada há um mês e meio, mas só no próximo ano a Direcção Regional de Educação do Centro (DREC) irá lançar o concurso da obra, refere numa nota enviada ao Correio da Manhã.

Até lá, a situação está a revoltar os moradores, que dizem sentir-se em perigo. "Todos os dias arrisco a minha vida para passar aqui", protesta Luísa Isabel.

A presidente da Associação de Pais, Ana Costa, acusa a DREC de "esquecer" a escola. O muro, denuncia, "é só a ponta do icebergue, porque o edifício está a degradar--se a olhos vistos". Os pais pediram explicações à DREC e o director do estabelecimento está também a aguardar uma resposta.

in Correio da Manhã, 17 de Dezembro de 2010

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Frio nas escolas do concelho

Chega o frio e chegam aos jornais notícias de estudantes enregelados e de escolas com sistemas de aquecimento desadequados.

O que se passa é fácil de explicar: nas escolas antigas abundam materiais frios, como a pedra e o mosaico, e aberturas mal calafetadas, como janelas com armações e portadas em madeira; as construções das décadas de 1970 e 80 assentam em bases pré-fabricadas, muito quentes no verão e frias no inverno; por fim, as mais recentes padecem de “excessos de arquitetura”, que levam a que soluções construtivas de estética duvidosa se transformem em problemas sérios de climatização.

Em muitas salas de aula, sobretudo no 1.º ciclo, ainda valem os termoventiladores e os aquecedores a óleo. Mas, felizmente, as salamandras de tempos idos, deram lugar – nos melhores casos – a sistemas de aquecimento central, ainda a lenha ou com caldeiras a óleo ou a gás.

Na região, a DREC desvaloriza o problema e considera que a maioria das escolas dispõem de aquecimento suficiente. Já os municípios apresentam queixas, sobretudo tendo em conta os cortes orçamentais.

No concelho de Coimbra, a gestão da maioria dos sistemas de aquecimento das EB1 cabe às juntas de freguesia e Oliveira Alves diz não ter recebido quaisquer queixas este ano letivo. Por seu turno, a Melhor Educação – União Concelhia de Associações de Pais confirma os dados da autarquia… mas com algumas ressalvas, como a fraca potência dos quadros elétricos em alguns estabelecimentos.

in Diário d'As Beiras, 2 de Dezembro 2010.
Pagina 1 e 2.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010